Isto de conciliar programas com os nossos amigos que nos vêem visitar, enquanto se está a trabalhar durante a semana, tem que se lhe diga. Combinámos que eles andariam por ai a passear pelo sul de Inglaterra com carro alugado e que viriam sair à noite e dormir a Southampton sempre que quisessem. Assim foi. Durante estas passeatas os três cavalheiros aprenderam a jogar golfe e tomaram-lhe mesmo o gosto, de tal forma que quiserem repetir a dose e tiveram umas quantas aventuras tanto quanto sei no que ao alojamento diz respeito. Ficaram também a conhecer a noite de Southampton e o que de melhor ela tem para oferecer, isto é, NADA! Mas como sempre digo, quem faz a noite são as pessoas que nos rodeiam, os nossos amigos, e não a música ou o ambiente. Se bem que estes dois últimos ingredientes sempre ajudam à festa. Por aquilo que já constatei (tirando Londres) nem a música nem o ambiente chegam aos padrões mínimos aceitáveis aqui no Reino Unido. A qualquer lado que vá levo com matulões e matulonas dançando desingonçadamente atirando as pernas e os braços para o ar como se tivessem a ter um ataque de epilepsia. Não quero ser mauzinho, até porque nem todos são assim, mas apanho com cada cromo a dançar que até faz dó. E depois é vê-los espetarem os cotovelos nas costas do sujeito do lado, pisarem tudo e todos, andarem aos encontrões como se tivessem a fugir de uma manada de touros enraivecidos. Se não dançar pelo menos a 2 metros de distância destes cromos, arrisco-me a sair de lá massacrado, isto claro, se alguém não se lembrar entretanto de começar uma rixa, nesse caso as consequências poderão ainda mais nefastas, como por exemplo ser esfaqueado. Ah, e não estou apenas a falar dos gajos, as gajas aqui são tão agressivas quantos os seus pares do sexo masculino. Levam tudo a frente e não se coíbem de passar a mão no traseiro ou peito de um desconhecido como cartão de visita. Mas isso já saberão aqueles que passaram pelo menos um verão nos bares da Oura no Algarve e afins. E a música? Que falta de imaginação e de jeito! É praticamente assegurado que vou ouvir a mesma música em vários bares no mesmo dia, quando não a ouço no mesmo bar e na mesma noite. Não fossem os DJS serem péssimos e notarem-se pela negativa a cada passagem de música, eu diria que todos os bares aqui em Soton utilizariam as mesmas compilações a tocar todos os dias, a toda a hora. Bom, mas voltando à vaca fria. As noites foram muito bem passadas acima de tudo pela companhia, o resto é paisagem. Ainda pudemos festejar os anos do noso buddy HD, apreciar um verdadeiro barbecue britânico sem um único inglês e fazer uma excursão pela magnífica “Isle of Wight”, uma espécie de “Açores” aqui do sítio com a diferença que fica a 30min de ferry do continente, ou melhor da ilha-mãe. Uma referência especial para as 3 meninas que nos acompanharam nesta jornada: 5 estrelas. Aqui ficam algumas fotos desde a saída de Porstmouth com a Spinnaker tower em destaque...






De resto não posso deixar de referir um episódio paranormal que ocorreu na noite de quinta para sexta enquanto jantávamos em minha casa. Antes de prosseguir, é imperativo fazer ainda um flashback (…) Um dia destes enquanto regressava a casa com um amigo fui surpreendido pelo olhar dele pregado e assustado. Perguntei o que se passava e ele limitou-se a apontar para janela de uma casa vizinha. Ao olhar, vi uma miúda de cabelos compridos à janela que podia perfeitamente ser uma miúda normalissima, não fosse o simples facto de serem 2 das manhã, as ruas estarem praticamente desertas e as luzes de casa dela estarem apagadas. Bem, virei as costas e procurei não pensar na personagem tirada de um filme de terror com a qual me tinha deparado (…) Voltando à quinta-feira em causa, uma semana depois deste primeiro incidente, estacionei o carro na rua da minha casa mas um pouco atrás, precisamente à frente da casa onde tinha avistado a tal miuda à janela uma semana antes. Até aqui tudo bem, saímos os 4 do carro com as compras na mão e uma vez que tinha deixado o carro demasiado encostado à entrada da garagem desta casa (este pormenor é importante) voltei a entrar no carro para o chegar mais para a frente. Duas a três horas depois, já de barriga cheia voltámos para o carro para irmos beber um copo. (sinto os pelos a eriçarem-se enquanto escrevo este parágrafo). Ao chegar ao carro, abri-o normalmente, antes de começar a ouvir os meus amigos explicarem que aquele não era o meu carro porque esse estava estacionado no lugar detrás. É evidente que eu melhor que ninguém, sei reconhecer o meu auTBMobile purple ainda que na penumbra. Mas numa coisa eles tinham razão…o carro tinha ficado estacionado exactamente um lugar atrás. E estava trancado, de janelas fechadas e com o travão puxado. Os 4 tinhamos a certeza que o tinhamos deixado exactamente um lugar atrás, colado à entrada da garagem. Procurámos marcas ou qualquer outro sinal exterior que pudesse indiciar que o carro teria sido empurrado para a frente mas não encontrámos nada…assustador? Isto são os factos, a interpretação deixo-a ao vosso critério. Não me considero supersticioso ou vulnerável a este tipo de ocorrências, mas confesso que esta me deixou intrigado. Por vias das dúvidas agora estaciono o carro bem longe dali…
De resto não posso deixar de referir um episódio paranormal que ocorreu na noite de quinta para sexta enquanto jantávamos em minha casa. Antes de prosseguir, é imperativo fazer ainda um flashback (…) Um dia destes enquanto regressava a casa com um amigo fui surpreendido pelo olhar dele pregado e assustado. Perguntei o que se passava e ele limitou-se a apontar para janela de uma casa vizinha. Ao olhar, vi uma miúda de cabelos compridos à janela que podia perfeitamente ser uma miúda normalissima, não fosse o simples facto de serem 2 das manhã, as ruas estarem praticamente desertas e as luzes de casa dela estarem apagadas. Bem, virei as costas e procurei não pensar na personagem tirada de um filme de terror com a qual me tinha deparado (…) Voltando à quinta-feira em causa, uma semana depois deste primeiro incidente, estacionei o carro na rua da minha casa mas um pouco atrás, precisamente à frente da casa onde tinha avistado a tal miuda à janela uma semana antes. Até aqui tudo bem, saímos os 4 do carro com as compras na mão e uma vez que tinha deixado o carro demasiado encostado à entrada da garagem desta casa (este pormenor é importante) voltei a entrar no carro para o chegar mais para a frente. Duas a três horas depois, já de barriga cheia voltámos para o carro para irmos beber um copo. (sinto os pelos a eriçarem-se enquanto escrevo este parágrafo). Ao chegar ao carro, abri-o normalmente, antes de começar a ouvir os meus amigos explicarem que aquele não era o meu carro porque esse estava estacionado no lugar detrás. É evidente que eu melhor que ninguém, sei reconhecer o meu auTBMobile purple ainda que na penumbra. Mas numa coisa eles tinham razão…o carro tinha ficado estacionado exactamente um lugar atrás. E estava trancado, de janelas fechadas e com o travão puxado. Os 4 tinhamos a certeza que o tinhamos deixado exactamente um lugar atrás, colado à entrada da garagem. Procurámos marcas ou qualquer outro sinal exterior que pudesse indiciar que o carro teria sido empurrado para a frente mas não encontrámos nada…assustador? Isto são os factos, a interpretação deixo-a ao vosso critério. Não me considero supersticioso ou vulnerável a este tipo de ocorrências, mas confesso que esta me deixou intrigado. Por vias das dúvidas agora estaciono o carro bem longe dali…