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Sunday, March 25, 2007

Mais trivialidades e choques culturais!

Seria de esperar que à medida que a minha experiência por terras de sua majestade se desenrolava, mais hábitos dos ingleses eu teria para contar. Hoje quero contar-vos algumas das situações que me deixam mais desconfortável nesta terra. Quero no entanto salientar que estas situações não se devem generalizar ao povo inglês no seu todo.

- Dar um aperto de mão pode ser pouco higiénico.

Pois é…não serão todos, e com certeza que em Portugal também os há, mas parece que pelo menos que aqui é mais frequente não lavar as mãos depois da habitual mijinha na casa de banho ou então sou eu que estou a ficar neurótico, também pode ser. De qualquer forma é alarmante ver os gajos entrarem nos sanitários, sacarem do dito, fazerem pontaria, verterem águas, sacudirem, voltarem a metê-lo lá dentro e saírem porta fora!

- Amena cavaqueira lado a lado nos mictórios

Por falar em casas-de-banho, outra situação incómoda a que já assisti algumas vezes é o bate-papo entre 2 ou mais indivíduos enquanto dão a sua mijinha no WC. Aliás, já chegaram a meter conversa comigo na zona dos mictórios do tipo “How is it going” ou “Where are you from” ou simplesmente “Hi mate” ...espero que não queira dizer nada de mais. Será que não percebem que aquele é um momento Zen entre o homem e as suas partes mais íntimas?

- “Toilet” or “bathroom”

Ainda a respeito das casas-de-banho…já me tinha acontecido há alguns anos atrás mas voltou a acontecer, estar apertado e perguntar num local público onde fica a “Bathroom” (tradução literal de “Casa de banho”). Erro crasso! Evidentemente que a resposta irónica foi “Mas o senhor quer tomar banho?” Sim ok, já percebi…onde fica a “Toilet” seu energúmeno. Tenho lá culpa que tenham palavras diferentes para “Casa de banho”

- Horários

Que todas as lojas e instituições públicas fecham cedo no Reino Unido, isso eu já sabia. O que eu não sabia é que o horário muda consoante o dia da semana e que as variações entre as lojas são completamente díspares. Mas pior do que isso, e irritante como tudo, é chegar às lojas 10min antes e o segurança fechar a porta na nossa cara. Se um gajo trabalha no meio do bosque até às 18h30 como é possível ir às lojas que fecham entre as 16h e as 17h30 na cidade? Das vezes que consegui sair ligeiramente mais cedo bati sempre com o nariz na porta mesmo que ainda faltassem alguns minutos para a hora oficial de encerramento. Frustrante no mínimo...De resto, há lojas que fecham à hora do almoço, outras fecham às 16h, 16h30m, 16h45m (não estou gozar!!), 17h e por aí fora. Ora, deduzo que os ingleses tenham uma memória extraordinária para conseguirem decorar todos estes horários diferentes…eu vou ter que largar o queijo ou começar a anotar os horários dos locais mais relevantes!

- Batalha nas ruas do Reino Unido!!!

Já tinha sido avisado que alguns ingleses são um pouco violentos e gostam de provocar as pessoas e gerar confusões. Mais uma vez alerto o leitor para o facto de não estar a generalizar mas antes, relatar situações específicas. Não deixa de ser curioso por exemplo o facto de todos os dias ouvir notícias na rádio de gajos esfaqueados ou assassinados um pouco por todo o Reino Unido. A arma do crime preferida continua a ser a “faca”…talvez sejam reminiscências da época do Jack “O Estripador”. E eu que tinha ficado contente por ir parar a um país civilizado! Enfim, uma das notícias que me chamou a atenção em particular foi a de um puto, fascinado por facas e vídeo–jogos, que esfaqueou os amigos vezes e vezes sem conta (um deles levou 20 e tal facadas) para ver o resultado. Não é preciso ser bruxo para adivinhar o que aconteceu aos pobres coitados dos amigos. O rapaz em causa ligou depois calmamente para o número de emergência e pediu ajuda. A rádio passou inclusive a gravação da chamada onde o puto falava com a maior destreza e naturalidade deste mundo, explicando a situação ao pormenor. Não pensem que peguei nesta história e decidi exagerar dizendo que isto se passa todos dos dias. NÃO! Efectivamente ouço diariamente histórias de diferentes pessoas que foram esfaqueadas ou espancadas, e algumas delas foram-me contadas pessoalmente. De resto, com ou sem facas, muitos dos putos aqui são decididamente aberrações, tal a sua tendência para a violência. Já estive com ingleses da minha idade, perfeitamente normais, que desprezam este tipo de gente, os chamados “Chavs”, mas não deixa de ser chocante a frequência de ocorrências destes incidentes. Eu já vi inclusive um grupo de putos a partir a montra de uma loja apenas pela diversão e depois desatar a correr. A maioria das lojas têm avisos onde se pode ler: “Proibida a entrada de grupos de jovens - apenas permitida a entrada de um de cada vez”. Vi também várias “guerras” de restos de comida e bebidas entre os ditos “chavs”. Ou seja, aproveitam tudo o que lhes sobra do almoço, seja o resto de uma banana, de um iogurte ou de um batido do macdonalds para atirarem uns aos outros no meio da rua ou como vi hoje dentro do centro comercial, não perdendo oportunidade de ir provocando os transeuntes. De resto, já me contaram que é normal, sim normal, um grupo de teenagers britânicos atacarem um outro rapaz indefeso apenas por não simpatizarem com a cara dele ou por ser de outra raça. Bom, esperemos que eu não tenha que descolorar o meu cabelo para passar por britânico.

Friday, March 9, 2007

Trivialidades ou percepções erradas?

Cartão de telemóvel pré-pago

Assim que cheguei a Southampton fui a uma loja e no meu melhor inglês arrisquei: “Hello, could i have a prepaid phone card, please?”. O senhor respondeu afirmativamente, perguntou-me qual a operadora e entregou-me um papel para a mão. Humm, eu queria mesmo era um cartão pensei…o que faço com um pedaço de papel? Lá percebi que o que ele me tinha dado para era um carregamento, ou seja um top-up. Aqui posso chegar a qualquer loja e pedir um carregamento para o meu telemóvel no valor X. Eles fazem o registo na máquina e entregam-nos um talão com um código que temos que marcar no telefone. Depois de marcado o código ficamos automaticamente com o crédito pedido. Prático, não haja dúvida…mas apenas para quem já tem telefone e cartão! Lá fiquei eu com um carregamento, mas sem cartão para o poder usar…pelo menos já sabia o que pedir quanto quisesse carregar um telefone: TOP-UP

O quê?

Se não percebo alguma coisa quanto estou em Portugal digo: “O quê?”. Para mim é imediato. A tradução quase que inconsciente para o inglês foi: “What?”. Acontece que “What?” é bastante grosseiro e indica que temos dificuldade em acreditar no que nos estão a dizer. Isso já eu sabia, mas é automático, não consigo evitar, sai-me sempre a porra do “What”. Denoto algum desconforto nas pessoas com quem estou a falar quando isso acontece mas enfim…usar o “I’m sorry?” ou “Pardon me?” é passar de grosseiro a menino de coro…para não dizer pior.

Jornal “Sports”

Na primeira semana, quanto ainda vinha de boleia com um colega, costumava sempre passar os olhos pela banca de revistas do dia. A dada altura fiquei intrigado porque havia um jornal chamado “Sports” que trazia sempre na capa uma menina…err...desprovida de parte da indumentária. Pensei que fazia parte da estratégia de um jornal desportivo para vender mais, assim como as revistas de automóveis o fazem. No entanto quando comentei esse assunto um colega ele disse-me que se tratava de uma revista porno! Naturalmente que lhe perguntei o porquê do nome “Sport” ao que ele respondeu: “Porque se se chamasse “Porno” não venderia”…Hummm, está bem…se tu o dizes.

Correio em Southampton

Antes de criticarem os nossos queridos CTT atentem ao que vos digo de seguida. Comprei um carregador \ transmissor fm do Ipod para o carro pelo ebay (que a propósito foi a segunda melhor coisa que inventaram no mundo logo a seguir ao nosso azeite galo ;)) e como é usual, dei a morada de casa para que o item me fosse enviado. Pois bem, os correios vieram, tocaram à campainha…ninguém atendeu. Lembram-se do que tinha falado acerca dos ingleses? Sentido prático. Então não é que o carteiro achou por bem deixar a encomenda à porta de casa na rua (sim relembro que moro numa vivenda)? Pensei que o carteiro estava maluco, mas mais uma vez recorri aos meus colegas para tentar perceber o sistema inglês e logo me responderam que já lhes tinha acontecido o mesmo com uma impressora…lol…quem é que deixa uma impressora na rua? Está tudo doido? Bem, pelo menos aprendi a lição…a partir daí passei a dar a morada do emprego.

Paragens de autocarro

Quando vi uma paragem de autocarro pela primeira vez foi um fartote de rir porque pensei que se tinham enganado e colocado a paragem ao contrário, habituado que estava eu ao nosso querido Portugal. Eis quando senão reparo que todas elas estão ao contrário! Estranho mas ok. Ao segundo dia e com as ruas inundadas devido à tremenda chuvada que se tinha abatido sobre a cidade percebi porquê! Estava eu fora da paragem tranquilamente à espera do autocarro, quando um camião daqueles bem largos passa pela zona da paragem e levanta uma onda gigante que se encaminha para a paragem! Só tive tempo de mandar um salto e enfiar-me dentro da paragem juntamente com as outras tristes almas que ali se protegiam da água cuspida pelo camião. Duh! A paragem está construída para evitar que as pessoas levem banhos de água cada vez que passa um carro. Sempre a aprender…


Fag

Alguém sabe o que quer dizer “fag” em inglês? Bem, eu pensava que sabia até há pouco tempo(Fag=Gay). Num destes dias entrei num pub e fui abordado por inglês. Para além de ter uma pronúncia qualquer cerrada, estava bêbado que nem um cacho e por isso mesmo não percebi nada do que ele disse…excepto uma palavra. Então foi do género, virou-se para mim e despejou: “Bla bla bla, bla bla FAG bla bla bla??” Claro que eu pus a minha expressão nº49 com as sobrancelhas bem arqueadas e queixo cerrado e preparei-me para pior. O homem ainda fez um gesto como que a levar algo à boca, o que não melhorou a situação, pelo contrário, podem imaginar o que eu pensei que ele estivesse a imitar. Respirei fundo…virei as costas e arrepiei caminho sem olhar para trás….estava furioso, não desculpem estava mesmo f**ido! Então o c**rão diz-me aquilo assim do nada? Passei-me….Noutro dia vim a saber que “Fag” no UK quer dizer cigarro.

Saturday, March 3, 2007

Southampton\UK visto à Lupa

Prometi uma abordagem mais pormenorizada sobre a cidade e os hábitos dos ingleses. Pois bem, neste post procuro fazer isso mesmo, dando obviamente mais ênfase às situações que mais estranhei, ou se quiserem, e utilizando um termo familiar para quem frequentou o CGI, as situações que originaram um choque cultural.

- Tempo
Céu cinzento, cinzentão, sempre, e ora chove ora chove! Não há grandes variações, pelo menos para já. Talvez seja por isso que toda a gente seca a roupa dentro de casa e\ou nos radiadores. Nos supermercados podemos encontrar soluções várias, desde o típico mini-estendal móvel bem como aplicações que se prendem ao radiador para secar roupa…eu já comprei o meu e tu? :D Ficamos à espera do Verão para ver se tenho que rectificar este post…

- Os habitantes
Para meu espanto e prova em contrário posso afirmar que a maioria dos ingleses que encontrei na rua ou nas lojas são muito simpáticos e atenciosos, ok tirando uma gorda parva que trabalho Woolworth! No geral respondem sempre com um sorriso na cara e pacientemente a todas às minhas perguntas e acreditem que algumas devem ter sido bem parvas. Situações houve em que ao verem-me simplesmente a olhar para o mapa com ar de perdido, vieram ter comigo a perguntar se precisava de ajuda, e não foram uma, nem duas mas três vezes logo no primeiro dia. Cheguei a fazer parar carros cujos condutores se disponibilizaram para me explicar o caminho com uma paciência tremenda. Imagino se fosse em Portugal: “Oh Manel! Prego a fundo e passa por cima!”. Nas lojas, mesmo com outros clientes à espera, nunca vi os “cashiers” fazerem má cara. Em Portugal as senhoras das caixas registadoras parecem-me que estão sempre com o período e que toda a gente lhes paga e ninguém lhes deve! Mas também nem tudo são rosas…há outros ingleses, sobretudo os sub-20, que tem um ar de azeiteiros do pior. Ou seja, primeiro parece que não lavam o cabelo à 1 semana e depois andam na rua com o fato-treino. O típico mitra tuga aqui não metia medo a ninguém, porque todos os putos ingleses andam assim na rua. Ah e não falta o boné e o “téni” branco. De resto, Southampton é também uma cidade muito cosmopolita. Vê-se um pouco de tudo na rua, mas sem sobram de dúvida que tenho visto muitos orientais, vulgo termo “Chinocas”, sem qualquer sentido perjurativo. Se é verdade pelas estatísticas que um em cada dez são polacos, então nove em cada dez são chinocas!! Pelo menos nos meios onde ando, vejo-os “aos molhos”…como não querem a coisa vão-se infiltrando no mundo ocidental ao milhares e quando dermos por ela, tomam de isto tudo de assalto! Lol…

- Alimentação
Os ingleses comem mal. Não é uma critica, é um constatação…no outro dia li no jornal inglês que as “As inglesas são as pessoas mais gordas da Europa” (já agora para os mais curiosos as italianas são as mais formosas :p). Não há grandes mistérios neste facto. A alimentação britânica começa com um típico pequeno almoço britânico (bacon and eggs) e acaba sempre com algum prato pré-cozinhado comprado no supermercado com gordura a potes! De resto tudo o que eles metem ao bucho é aqui é frito! Não conhecem o termo cozido ou grelhado. Nos primeiros dias em que estive na casa provisória fui sempre comer fora porque obviamente não tinha alimentos ainda em casa. Cheguei a ir a um Fish N’ Chips (prato típico aqui como julgo que devem saber) versão fast food, recomendado pelos housemates da altura. Os donos do restaurante eram….chineses claro está! Não poderia ser de outra forma, quem mais poderia confeccionar um prato tipicamente inglês? Pedi para levar para casa (aqui é quase tudo take away, por isso mesmo que quisesse comer ali não podia) e rezei para que aquilo que estava por baixo da camada godurosa de 2cm de gordura, fosse efectivamente peixe. Quando tirei o “dito” para fora da embalagem ainda pingava óleo e as batatas fritas, essas deviam ter vindo directamente do quintal, de tão fraca a qualidade. Enfim, pensei que nunca mais ia comer Fish N’ Chips até na semana seguinte o meu colega Peter me ter levado a um Pub à séria para almoçar: arrisquei pedir um fish n’ chips e desta vez sai-me bem! Estava 5 estrelas…mas gorduroso claro!

Algo que me fez bastante confusão logo no inicio foi o facto de os ingleses no geral não almoçarem. Acaba por ser positivo em termos de produtividade mas acho que com o tempo deve levar um gajo à loucura. O que é feito daquele convívio tão tipicamente português no restaurante com mais 5 ou 6 colegas a conversar sobre a derrota do Benfica na noite anterior ou no caso de serem meninas, de como a Rita parece tão mais gorda ou a Josefina andar a dormir com o patrão? O que é feito do café tipicamente tomado noutro sitio diferente do almoço? (por falar nisso o café aqui é péssimo…parece água de lavar pratos) O que é feito da voltinha a seguir ao almoço pelas lojas do chiado para fazer a digestão? Pois é…aqui temos mesmo que trabalhar!! Tipicamente come-se uma sandes, enquanto se prepara a reunião da tarde ou traz-se uma sopita de casa ou uma tarte, mas não se perdem mais do que 10m garantidamente. Ganha o patrão no final do mês!

De resto a comida que encontro no supermercado é muuuuuuuuuuito diferente da nossa. Exemplos concretos: a margarina é branca como a neve, não há pescada nem outros peixes tipicamente portugueses, o peixe mais consumido é o “Cod” (Bacalhau) mas fresco e não salgado como o nosso; os ovos são miniaturas, o azeite então é para esquecer! E permitam que disserta um pouco sobre este óleo tão apreciado em Portugal e que tantas saudades me traz. Aqui o a azeite é pálido, cheira-me que deve ser diluído ou outra coisa qualquer. De qualquer forma o que vos quero contar é uma situação que me deixou completamente à nora durante os primeiros 3-4 que cozinhei. Efectivamente. confeccionei alguns pratos com muito carinho e amor, mas no final…todos sabiam ao mesmo: TERRA. A salada sabia a terra, as couves sabiam a terra, as batatas sabiam a terra…porra até o arroz sabia a terra! Estava a desesperar…eis quando senão tive a brilhante ideia (ao quarto dia apenas!) de deitar os beiços à garrafa de azeite e provar: TERRA!...sabe a terra pois…claro que não era terra, mas sim uma porcaria qualquer de uma erva aromática. Para todos os efeitos, para mim sabia a terra. Azeite no lixo…e venha o próximo, italiano, melhor mas não é igual ao nosso azeitinho galo a cantar desde mil e oitocentos e troca o passo…

Finalmente e para encerrar este capitulo da alimentação que já vai longo…uma nota para a validade. Tudo aqui tem validade de 2-3 dias. Até irrita! Obriga a estarmos sempre a ir ao supermercado (deve ser esse o truque) ou então a ter que congelar as coisas. Os supermercados têm inclusive uma secção em que apenas vende comida que está em vias de expirar o prazo de validade por metade ou um terço do preço. Com alguma sorte encontram-se algumas pérolas como camarão ou morangos a metade do preço!

- Cidadania
Duas notas rápidas apenas porque este post já vai longo….
Felizmente aqui as pessoas de idade ou os deficientes motores têm condições para poder frequentar os mesmo locais que todos os outros. Em cada rua, em cada centro comercial ou em cada em empresa, vêm-se casas de banhos, rampas de acesso, etc. especialmente concebidas para os debilitados fisicamente. Impressionou-me ver no centro comercial (West Quay) uma rampa que para vencer a inclinação ocupava uma área impressionante. Estou mesmo a imaginar se fosse Portugal: “Oh shõr engenheiro, não devíamos pôr ali uma rampa para os deficientes motores” ao que o outro responde “Meu caro amigo, nesse espaço conseguimos pelo menos pôr 10 lojas, 5 ATMs e com um bocadinho de sorte um ecran gigante para a malta poder ver os jogos do benfas no domingo à tarde!”…Bem visto shôr engenheiro…
Por falar em pessoas de idade, aqui acabam por se tornar pessoas mais activas e independentes. Por vezes vou na rua e sou ultrapassado por estes “senior citizens” a grandes velocidades ora pela direita ora pela esquerda, neste carrinhos eléctricos engraçadíssimos. Enfim, por vezes o trânsito é mais intenso nas passadeiras, com os peões, bicicletas e carrinhos eléctricos no que na estrada propriamente dita. No outro dia consegui fotografar uma destas giringonças…














Desculpem o post longo….entusiasmei-me ;)