Depois do drama que foi conseguir um cartão universitário para ter o belo do desconto (eheh o tuga é tramado) lá fui hoje fazer os primeiros exercícios nas instalações do ginásio da Universidade. Recordei o quanto odeio a parte das máquinas mas tive enfim que suportar o sacrifício já que o meu rico joelho se vinha queixando há algum tempo de falta de ritmo. Pobre coitado nunca mais foi o mesmo desde a tenebrosa noite de 6 de Setembro de 2005, num qualquer campo de futebol em Lisboa ali para os lados da Ajuda. Bem, infortúnios à parte, acho que vou mesmo ficar pela piscina. Esta não tem os 50 metros da piscina do estádio universitário mas parece asseada pelo menos, o que para estes lados é algo assinalável. Durante os próximos meses, vou ensinar aos bifes o que estas estranhas mãos de aranhiço e pés de pato conseguem fazer dentro de água ahahaahahahahah....Monday, April 23, 2007
Corrida para o corpo Danone 2007
Depois do drama que foi conseguir um cartão universitário para ter o belo do desconto (eheh o tuga é tramado) lá fui hoje fazer os primeiros exercícios nas instalações do ginásio da Universidade. Recordei o quanto odeio a parte das máquinas mas tive enfim que suportar o sacrifício já que o meu rico joelho se vinha queixando há algum tempo de falta de ritmo. Pobre coitado nunca mais foi o mesmo desde a tenebrosa noite de 6 de Setembro de 2005, num qualquer campo de futebol em Lisboa ali para os lados da Ajuda. Bem, infortúnios à parte, acho que vou mesmo ficar pela piscina. Esta não tem os 50 metros da piscina do estádio universitário mas parece asseada pelo menos, o que para estes lados é algo assinalável. Durante os próximos meses, vou ensinar aos bifes o que estas estranhas mãos de aranhiço e pés de pato conseguem fazer dentro de água ahahaahahahahah....Encontros imediatos com a vida selvagem…
Uma amiga rastejante de sangue frio…
Bambi voltaste!
Quando fui ao escritório no Domingo à noite buscar o portátil cruzei-me com uma criatura inesperada. Aproveitando talvez a calma que reinava ao fim-de-semana para aqueles lados, um veado juvenil decidiu aventurar-se no único pedaço de civilização perdido no meio bosque. Saiu da escuridão, cruzou-se com os meus faróis e fugiu desamparado pelo meio das árvores, sem cornos, pequenino e desengonçado, nem as pintas do dorso lhe faltavam. Nessa altura senti-me nostálgico e recordei os meus tempos de criança em que fui pela primeira ao cinema. Filme: BAMBI. Lembro-me que chorei baba e ranho na última cena do filme…ok tinha 6 anos tá? Mas pensando bem agora, que final tão pouco pedagógico para as crianças…enfim. De quando a quando, também encontro esquilos, mas já é tão normal que não faz história. Muitas outras vezes passo perto de arbustos na fronteira entre a civilização e o bosque, e ouço as folhas a restolhar ferozmente…nem quero imaginar o que se passará lá dentro. Um dia destes ainda me sai um jacaré ou pior, um “chav” de faca em punho…Mutantes voadores à solta!
Naquele que foi seguramente o dia mais quente até agora em Inglaterra a minha casa foi invadida por dúzias de insectos (de noite) atraídos pelas luzes brancas da cozinha e aproveitando o facto das janelas estarem abertas. Entre mosquitos, borboletas domésticas e outros que tal, houve uma que se distinguiu entre todas as espécies. Na altura não sabia o que lhe chamar. Mosquito gigante? Mosca-Aranha? Fosse o que fosse era grande, feio, porco e mau! Parecia um mutante, o que com todas as alterações climatéricas que se fizerem sentir, não me admirava nada. Enfim, estava eu preparar-me para fazer o jantar, já depois de ter “despachado” uns quantos mosquitos, quando avistei a “besta”, repousando nas suas longaaaaas patas pretas contrastantes com o branco cal da parede. Naquele momento estava apenas eu e a Espanhola na cozinha. Viro-me para ela e digo: “Oh look, there’s a huge bug on the wall…look at it. Is it a spider? Whatever it is, it’s enormous…it’s a giant beast!”. Ela olhou muito devagarinho para cima, deu um grito de terror, levantou-se e foi-se embora. Bem, agora era apenas eu e o “mutante”, mas desde que ele não me chateasse, eu também nada faria para o importunar. Continuei a preparar o meu jantarzinho, embora sempre com um olho no burro e outro no cigano, não fosse o(a) safado(a) querer pousar no meu repasto. Nisto, quando vou buscar alguma coisa para pôr na comida, sai-me outro espécime daqueles gigantones esbaforido por detrás das garrafas.
Não gritei, mas apanhei um susto do caraças…sobretudo porque estas aberrações são mesmo colossais. Observei-o enquanto pousou noutra parede e pensei “Boa…já não bastava ter que vigiar um, agora tenho dois…ainda fico estrábico!”. Continuei a preparar o jantar com um olho no burro, outro no cigano e outro no tacho, quando de repente perco de vista o primeiro. Mau sinal! Quando dou por ela está o bicharoco em cima de mim, atraído talvez pelo vapor do tacho…argghhh! Dou-lhe um safanão que o deixa atordoado, agarro numa revista e cá vai disto! Estava possuído! Enrolei a revista em formato de bastão e distribui tacadas por tudo quanto era sitio, qual Babe Ruth (lenda do Baseball) qual quê. Varri a cozinha toda à “swingazada”. Como devem imaginar depois desta ofensiva não restou nem um insecto para contar a história…e o jantar já não soube igual, tudo porque aquele acéfalo decidiu quebrar as tréguas e invadir a minha privacidade. Enfim…hoje vim a saber numa conversa com um colega que aqueles dois espécimes são até bastantes comuns em Inglaterra. Chamam-lhes carinhosamente “Daddy longlegs” mas o nome técnico é Crane Fly (http://en.wikipedia.org/wiki/Crane_fly). Do artigo, destaco o seguinte: Wednesday, April 18, 2007
Destination Uknown
"Every life is a destination unknown, a journey of tragedies and triumphs that ultimately allows us to discover not only our world, but more importantly, ourselves."
Atenção: o vídeo poderá chocar os mais sensíveis.
Dank je wel
O sorriso aberto, os olhos semicerrados, a cor rosada e consequente cara de parvo, são a minha marca registada de uma grande bezana (ou se quiserem noutros termos da gíria comum: buba, tosga, piela, borracheira, pifo, cadela, etc.). É como o algodão...não engana!
Pronto ok, no dia seguinte estava bem melhor...fomos para o parque apanhar banhos de sol. O objectivo era ficar mais vermelho que os bifes eheh. Estavam 30º imaginem! E relembro que estamos no início de Abril e no norte da Europa. Está tudo perdido…
PS: não sabia que as holandesas davam 3 beijos…pensei que isso fosse mais para leste…live and learn :D
Thursday, April 12, 2007
As férias da Páscoa mais frenéticas de sempre!
Hoje procuro dar-vos um cheirinho das minhas mini-férias da Páscoa que passei aqui por terras de sua majestade. E que melhor companhia para encetar duas jornadas fantásticas de cariz cultural do que o paizinho e mãezinha??? Pois é…para mostrar que a idade nem sempre é sinónimo de inércia, acompanharam-me durante dois fins-de-semana seguidos e prolongados sempre num ritmo infernal de um lado para o outro tentando ver o máximo de coisas num curto espaço tempo…
1º fim-de-semana
Se estas fotos vos abriu o apeite e tiverem curiosidade em ver mais vão até:
http://picasaweb.google.co.uk/davidtbm
Tirei quase 1000 fotos mas não se assustem porque aqui está apenas o "best of".
Agora tenho de correr...fui
Por falar em música…há novo NOVO BLOG na costa!
Música, música e mais música!!! Música nova, música alternativa, música mais comercial, música instrumental…enfim MÚSICA é que a gente quer! Em conjunto com alguns amigos que partilham do mesmo gosto pela música que eu, tive a ideia de criar um blog onde pudéssemos dar a conhecer novos sons. E porque todos nós consideramos que a música é parte essencial das nossas vidas demos-lhe o nome de “No Music No Life”.Aproveitem para dar uma olhadela. Se acharem que podem contribuir positivamente e quiserem ser co-autores enviem-me um e-mail com esse pedido para os endereços habituais. Cheers!
In new music we trust
A frase não é minha mas antes da minha nova rádio…é verdade! Troquei a Renascença e o terço das 18h30 pela Rádio 1 (BBC) e não me dei nada mal. De facto, e desculpem-me que faça a afirmação que estou prestes a fazer, mas afinal tenho algum à vontade nesta matéria já que trabalhei 2 anos e tal neste meio: as rádios aqui estão anos-luz à frente das nossas. Também não será menos verdade que a culpa não é das rádios portuguesas em si mas antes dos ouvintes que teimam em querer ouvir a mesma música 34 vezes ao dia…é o que dizem os testes ao fim ao cabo. Também são realidades diferentes é verdade. Aqui praticamente todos os dias são entrevistadas em directo bandas consagradas como os Coldplay ou Maroon 5 e outras emergentes como os Artic Monkeys ou os The Fratellis. Mas são entrevistas deliciosas e de chorar a rir…os gajos sabem o que fazem. De qualquer forma, a Radio 1 sendo uma das mais ouvidas, tem um programa só de música nova onde inclusivamente convida os ouvintes a enviar mp3 de bandas novas que considerem ter potencial, depois é ouvi-las na rádio. E não…não é fictício, e não são esquemas combinados…é a verdadeira magia da rádio.